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Abrindo a caixa de ferramentas: atirando pedras com Jmeter

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Palestrante: Evandro Grezeli de Barros Neves - CIELO Jmeter é uma ferramenta livre e open source cujo objetivo é gerar carga para estimular plataformas online, independente do tipo de arquitetura. Dando continuidade a trilha sobre testes de desempenho, neste workshop será apresentado como é o funcionamento desta ferramenta e qual a melhor forma de utiliza-la, citando exemplos de utilização em uma arquitetura remota com agentes escravos; melhores práticas para não onerar a ferramenta; exemplos de scripts para testes baseados em filas MQ, frameworks com visão e simular navegação de usuários.
Transcript
  • 1. M Evandro Grezeli egrezeli@gmail.com Maio/2016 Abrindo a Caixa de Ferramentas Atirando Pedras com Jmeter Maio de 2016
  • 2. Sobre Entusiasta em assuntos que tangem a desempenho de aplicação +10 anos de experiência com desenvolvimento de software Java e otimização de sistemas em baixa plataforma Manutenção e desenvolvimento de componentes para o Jmeter Colunista no site http://jmeter.com.br Especialista em capacidade e desempenho na maior companhia de meios de pagamento do Brasil
  • 3. ANTERIORMENTE NO CMG 2015...
  • 4. Em 2015... Falando de testes de desempenho Importância de testes de desempenho O conceito do tempo de resposta Reconhecimento do Ambiente Tipos de testes de desempenho Metodologia e Planejamento
  • 5. Agenda Configurando o ambiente Modos de usar o Jmeter Melhores práticas para criar, testar e atirar Casos complexos e saídas (MQ e Framework com visão)
  • 6. Configurando o ambiente
  • 7. Configurando o ambiente Pré requisitos mínimos*: * fonte oficial: http://jmeter.apache.org/usermanual/get-started.html OK, e...? … se eu quiser simular 1.000 usuários virtuais? … utilizar recursos visuais durante o teste? … trafegar todos os elementos da página? … utilizar beanshell durante o teste? … realizar validações em todos os passos do teste?
  • 8. Configurando o ambiente Jmeter é uma ferramenta que precisa de uma caixa dentro de uma caixa SO 2.5 GB Jmeter JVM 1.5 GB Ligado diretamente com a capacidade de memória (alocação de thread) E CPU (velocidade que as threads trabalham) Exemplo Intel Core i7 @ 2.20GHz 4 GB RAM DDR3 100 GB disco Cenário simples expressões regulares; output em arquivo; distribuição de peso nativa Na prática, a conta* é para cada thread criada no Jmeter, é necessário 2,5 MB disponível na JVM * pode variar de acordo com a forma que o Jmeter é inicializado, para mais!
  • 9. Modos de usar o JMeter GUI (para testes e criação) Linha de comando (apenas para teste) Onde: -n: indica que não deve ser aberta a GUI -t: o caminho do script que será executado -l: arquivo gerado com informações do teste DICA Interrompa os testes no modo non-gui utilizando os scripts stoptest.sh ou stoptest.cmd
  • 10. Modos de usar o JMeter Mestre e Escravo Certifique-se que: Mesma versão de Jmeter Mesma versão de JVM Massa de dados estão no local correto Iniciando o(s) escravo(s) Adicione o endereço do escravo no mestre No arquivo jmeter.properties
  • 11. Modos de usar o JMeter Mestre e Escravo Certifique-se que: Mesma versão de Jmeter Mesma versão de JVM Massa de dados estão no local correto Iniciando o(s) escravo(s) de forma non-GUI Onde: -n: indica que não deve ser aberta a GUI -t: o caminho do script que será executado -r: endereços dos servidores escravos presentes no properties
  • 12. Melhores práticas Criar Basicamente, Jmeter se divide em duas áreas Testplan: Área destinada a colocar os elementos referentes ao teste Workbench: Área destinada a colocar os elementos que gravam requisições HTTP O que deve se atentar: Para facilitar na criação, na área “TestPlan”, adicione um “Thread Group” e use-o como “Target Controller” Agrupe as transações, definindo no combo box “Grouping” a opção “Put each group in a new transaction controller” Adicione as exclusões sugeridas, clicando no botão “Add suggested excludes” View results tree serve para visualizar a navegação já realizada
  • 13. Melhores práticas Testar User Defined Variables Sempre tenha váriaveis locais no script, para dar fácil manutenção no mesmo Exemplo Endereço de diretórios para escrita de log, leitura de massa de dados; diferentes valores de endereços web (ambiente homologação, TI, produção) HTTP Cookie Manager Permita que o Jmeter gerencie os cookies da aplicação de forma automática HTTP Header Manager Toda requisição Web deve ter um cabeçalho, com este componente o mesmo é padronizado para todas as requisições
  • 14. Melhores práticas Testar CSV Data Set Config Com este componente é possível utilizar um arquivo CSV (comma-separated-value) para massa de dados das requisições HTTP Request Defaults Todas as requisições Web possuem um caminho padronizado Response Assertion Verifica na resposta da requisição através de padrões de buscar por um trecho de texto específico, URL, código de resposta HTTP e resposta de um header
  • 15. Melhores práticas Testar Throughput Controller Através deste componente é possível definir o peso de cada umas das requisições, em percentual Regular Expression Extractor Através de um motor de expressão regular baseado em Perl, é possível extrair informações de uma resposta web e utiliza-la posteriormente
  • 16. Melhores práticas Testar View Results Tree Uma vez criado, editado e configurado o script, com este relatório é possível visualizar através de um simulador de navegador web como foi o request enviado e qual o seu response ATENÇÃO Este componente consome muita memória da JVM, portanto não esqueça de desabilita-lo antes de executar um teste pesado
  • 17. Melhores práticas Atirar Ultimate Thread Group Uma biblioteca construída pela comunidade que permite o incremento de threads (ramp-up) ao longo de um tempo pré-determinado Exemplo
  • 18. Melhores práticas Atirar Simple Data Writer Gerenciador de escrita em disco que não interage com a interface gráfica (leve) Exemplo de configuração DICA Por padrão, o Jmeter escreve o timestamp como epoch time, altere para uma forma mais legível alterando no jmeter.properties
  • 19. Caso 1: Teste com MQ Nativamente, o Jmeter tem suporte ao protocolo MQ, no caso JMS O JMS Point-to-Point envia uma mensagem única e exclusivamente para uma destinada fila de uma aplicação de maneira assíncrona. QueueConnection Factory Nome JNDI (definição de um contexto que específica aonde procurar um objeto, no nosso caso um objeto no Websphere MQ) da queue connection factory (direcionamentos do depósito de informações iniciais de filas) que será utilizado para conectar com o sistema de mensagem. JNDI name Request queue Nome JNDI da fila já previamente criada Content O conteúdo da mensagem que será enviada Communication Style Conforme o teste, deve ser escolhido entre request ou request-response
  • 20. Caso 1: Teste com MQ Initial Context Factory É a definição para o JNDI aonde ele deve começar a procura pelo contexto. Para contexto de arquivos de sistema, preencha este campo com “com.sun.jndi.fscontext.RefFSContextFactory”. Provider URL Ao definir o contexto de busca por arquivos de sistema, neste campo é definido aonde este arquivo se encontra, neste caso citando que ele deve abrir o arquivo presente na pasta onde o arquivo binding foi gerado. Este campo deverá ficar preenchido da seguinte maneira: file:${caminho}. Onde: file: informo ao JMeter que ele deve abrir o primeiro arquivo que ele encontrar dentro de um caminho específico ${caminho}: uma variável definida apontando o diretório onde o arquivo se encontra do gerenciador de fila está gerado, com os apontamentos devidos
  • 21. Caso 1: Teste com MQ O resultado de um teste para verificação, deve ser assim:
  • 22. Caso 2: Teste IceFaces e AjaxPush Componente de visão é uma forma que o desenvolvedor tem de armazenar a navegação do usuário entre “push” e “push back”, do lado do cliente ou do lado do servidor “The Horror!” Viewstate windowstate eventview Expressões regulares bem aplicadas, conhecimento da aplicação resolvem os problemas! AjaxPush
  • 23. Caso 2: Teste IceFaces e AjaxPush Jmeter e Javascript/Ajax? Oficialmente, não é suportado pelo Jmeter requisições do tipo cliente side. Portanto, para poder atualizar as requisições de uma post, é necessário extrair dados de um response. DICA O Jmeter respeita hierarquia. Uma vez colocado expressão regular antes de requisições, a mesma será aplicada toda vez que as condições forem atendidas Exemplo de regex:
  • 24. Caso 2: Teste IceFaces e AjaxPush Desafio é conseguir simular de maneira correta o Ajax Push. A requisição que aguarda pela atualiazação do icepush é um servlet que bloqueia a requisição quando uma atualização da visão é realizada (tempo padrão para este mecanismo é de 55 segundos). Se nenhuma atualização estiver disponível após o tempo aguardado, uma resposta contendo o valor <noop/> retorna como resposta da requisição. SOBRE O Ajax Push permite a aplicação atualizar qualquer parte da página em qualquer momento para qualquer grupo de usuários, através de requisições assíncronas disparada pelo cliente ao servidor.
  • 25. Caso 2: Teste IceFaces e AjaxPush Para que seja visualizada uma atualização do pushId, é necessário enviar na requisição a ice.view daquele instante. Logo após esta requisição, é feita uma expressão regular para extrair a resposta da mesma
  • 26. Caso 2: Teste IceFaces e AjaxPush Logo após a extração da resposta da requisição, é feita uma verificação condicional através do If Controller. Caso a condição seja satisfeita uma requisição a aplicação é feita com os novos dados atualizados da página IMPORTANTE Ao final do ciclo da thread, deve ser enviado um submit contendo o “dispose” da visão, para não sobrecarregar a memória do servidor (simular usuário real)
  • 27. Abrindo a Caixa de Ferramentas Evandro Grezeli egrezeli@gmail.com http://br.linkedin.com/pub/evandro-grezeli/6/b88/719/en
  • 28. Teste de Desempenho: Para saber mais... Referência bibliográficas: Myers, Glenford J. The Art of Software Testing. 2ª ed. New Jersey: John Wiley & Sons Inc, 2004. Bartié, Alexandre. Garantia de Qualidade de Software. 3ª ed. São Paulo: Campus, 2002. Pressman, Roger S. Engenharia de Software. 6ª ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 2005. Menascé, Daniel A., Almeida, Virgilio A. F. Planejamento de Capacidade para serviços na Web: Métricas, modelos e métodos. São Paulo: Campus Elsevier, 2003. Miller, Robert B. Response time in man-computer conversational transactions. New York: International Business Machine Corporation, in press. Almeida, Virgilio, Menascé, Daniel A., Dowdy, Larry W. Performance by Design: Computer Capacity Planning by Example. New Jersey: Prentice Hall, 2004. Meier, J. D. et al. Performance Testing Guidance for Web Applications. Redmond: Microsoft Press, 2007.
  • 29. Teste de Desempenho: Para saber mais... Referência web: Jmeter BR http://www.jmeter.com.br Performance Project Planning http://www.wilsonmar.com/perfplan.aspx Memory leaks in enterprise java applications http://www.javaworld.com/javaworld/jw-03-2006/jw-0313-leak.html Introducing Microsoft Web Application Stress Tool http://www1bpt.bridgeport.edu/sed/projects/cs597/Fall_2002/jishah/web_application_stress.htm Load testing web applications using microsoft web application stress tool http://www.west-wind.com/presentations/webstress/webstress.htm FAQ – Performance & Load Testing http://www.sqaforums.com/showflat.php?Cat=0&Number=41861&an=0&page=0 User Experience, not metrics http://www.ibm.com/developerworks/rational/library/4228.html Top 25+ Reasons Web Applications don’t scale http://whitepapers.techrepublic.com.com/abstract.aspx?docid=38871
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